Planejamento de mídia paga
Planeje campanhas de Google e Meta de ponta a ponta
Monte por cliente um blueprint estruturado de campanha paga: puxe copy, criativos e palavras-chave salvos, defina segmentação e rastreamento, revise uma prévia com cara de plataforma e envie tudo como briefing. Acesse para abrir seu espaço de trabalho ou veja como funciona.
Planejamento de mídia paga
Software de planejamento de mídia paga para Google e Meta
Antes de o primeiro centavo de verba ir para o ar, uma campanha paga precisa ser desenhada: plataforma, objetivo, copy, criativos, palavras-chave, público e orçamento, tudo decidido e combinado. A maioria dos times faz isso espalhado por documentos, planilhas e os próprios gerenciadores de anúncios, e o plano se desfaz no instante em que sai da cabeça de alguém. O planejamento de mídia paga do AI Marketing Dashboard transforma essa etapa em um construtor guiado e estruturado: um blueprint de campanha paga por cliente, que puxa as peças aprovadas que você já tem, mostra uma prévia com cara de plataforma enquanto você monta e entrega o plano pronto ao seu time como um briefing. É aqui que as campanhas são construídas; medir como elas se saíram depois é outro trabalho.
Blueprints de Google e Meta: planejamento de mídia paga passo a passo
Um construtor guiado para cada campanha paga que você planeja
Todo plano de mídia paga parte de um conjunto claro de decisões, então o construtor pede por elas em ordem em vez de largar você diante de um documento em branco. Você escolhe o tema de marketing a que a campanha pertence, seleciona a plataforma — Google ou Meta — e define o tipo e o objetivo da campanha, e o assistente se adapta ao que você escolheu: um plano de Google acrescenta uma etapa de palavras-chave, um plano de Meta se concentra em públicos e criativos. O resultado é um blueprint estruturado e consistente, e não um briefing livre com uma cara diferente a cada vez.
Como cada plano tem escopo de um único cliente, a sua carteira de campanhas continua organizada por conta e por ângulo, e qualquer pessoa do time abre um blueprint e entende na hora o que está sendo montado e por quê. Planejar uma campanha de pesquisa para um cliente e uma campanha de prospecção para outro segue o mesmo formato previsível, e é isso que torna o trabalho revisável e repetível dentro de uma agência movimentada.
Puxe para o plano o copy, os criativos e as palavras-chave já salvos
Reaproveite as peças aprovadas em vez de começar de uma página em branco
O construtor é ligado direto à biblioteca de marketing do cliente, então o copy, os criativos e as listas de palavras-chave que você já produziu estão ali quando você precisa. Ao montar um plano de Google ou de Meta, ele traz à tona o copy salvo para a plataforma certa, os criativos salvos para aquele tema e, no caso do Google, as listas de palavras-chave com escopo daquele cliente, de modo que a campanha é montada com material que o time já escreveu, desenhou e aprovou.
Quando o plano precisa de algo novo, você nunca fica travado: dá para escrever um texto ali mesmo, subir uma arte direto, acrescentar palavras-chave à mão com os seus tipos de correspondência ou gerar sugestões para tirar um primeiro rascunho do lugar. Puxar da biblioteca é o caminho rápido que mantém a campanha alinhada à marca e evita recriar peças que já existem, enquanto as opções manuais e geradas cobrem as lacunas — assim o plano sempre sai completo do construtor.
Público, orçamento e otimização em uma etapa só
Decida quem vê a campanha e quanto ela custa para rodar
Uma campanha vale o quanto vale a mira dela, então a etapa de segmentação reúne as decisões de entrega em um lugar só: os públicos que você quer alcançar, as localidades em que vai rodar, o orçamento a comprometer e como a campanha deve otimizar. Registrar isso ao lado do copy e dos criativos faz do plano um retrato completo de como a campanha vai de fato rodar, e não apenas do que o anúncio vai dizer.
Resolver segmentação e orçamento no momento do planejamento também é o que torna um plano aprovável: quem revisa vê o investimento e o público antes de qualquer coisa ir ao ar, e quem lidera a conta confere se a campanha cabe no escopo e no ritmo combinados com o cliente. As decisões moram junto do plano, então, na hora de construir a campanha na plataforma de anúncios, não sobra dúvida sobre para quem ela é nem sobre quanto ela pode custar.
Rastreamento de conversão e um construtor de UTM definidos no planejamento
Deixe a campanha mensurável antes de ela ir ao ar
A medição é decidida no plano, e não remendada depois. Nessa etapa você liga o rastreamento de conversão e monta os parâmetros UTM que a campanha vai carregar, para que todo clique seja marcado de forma consistente desde a primeira impressão. Deixar isso embutido no blueprint significa dados limpos desde o primeiro dia, em vez de uma emenda feita quando a verba já está correndo.
Padronizar os UTMs no planejamento é a diferença entre uma atribuição que simplesmente funciona e um emaranhado de marcações inconsistentes entre campanhas. Quando o plano é passado adiante, a origem, a mídia e o nome da campanha já estão combinados, então quem constrói a campanha no Google ou no Meta está apenas implementando o que o plano especifica, e o relatório lá na frente bate porque a marcação foi deliberada.
Prévias interativas de Google e Meta enquanto você monta
Revise uma prévia com cara de plataforma antes de aprovar a verba
É difícil dar aval a uma campanha que só dá para imaginar, então o construtor renderiza uma prévia representativa enquanto você monta: um anúncio de pesquisa no estilo do Google, com os seus títulos, a URL de visualização e a descrição, ou um anúncio de feed no estilo do Meta, com o seu criativo e o seu texto em um layout familiar. As pessoas envolvidas revisam o conteúdo planejado em contexto, em vez de depender de uma descrição chapada.
A prévia se atualiza a partir do plano, então trocar um título, escolher outro criativo ou editar o texto aparece na mesma hora. Esse retorno imediato pode revelar quebras de linha estranhas ou títulos longos demais ainda no planejamento, enquanto o anúncio final continua sujeito à renderização e às políticas da plataforma de destino.
Envie o plano pronto como um briefing para aprovação
Passe o planejamento para a entrega dentro de Projetos
Um plano só serve se virar trabalho, então a etapa final converte o blueprint pronto em um briefing de verdade: você atribui as pessoas que vão executá-lo, escreve uma descrição e decide se a campanha precisa de aval. Com aprovação exigida, o plano vira uma tarefa de revisão no quadro de Projetos para o revisor indicado, que pode aprovar ou pedir mudanças; sem aprovação, ele vai direto para quem foi designado, como trabalho a fazer.
Como o briefing mora no mesmo sistema de Projetos que o resto da entrega da agência, a tarefa de revisão aparece no quadro, na lista de tarefas de alguém e no feed de atividades, e leva de volta, por link direto, ao plano exato de onde veio. O planejamento passa o bastão para a execução sem que nada seja redigitado ou copiado entre ferramentas: a campanha que você desenhou é a campanha que o seu time pega e coloca no ar.